Os contornos da 34.ª edição da Expofacic - Exposição Agrícola, Comercial e Industrial vão ser revelados na ação promocional do Município de Cantanhede na Bolsa de Turismo de Lisboa, que decorre entre os dias 25 de fevereiro e 1 de março.
A apresentação do evento decorre no dia da abertura daquele que é o maior encontro nacional de operadores turísticos, no stand da Comunidade Intermunicipal da Região Metropolitana de Coimbra, a partir das 14h00.
Momento especialmente aguardado vai ser a divulgação de alguns nomes do cartaz musical, que se vão juntar aos já anunciados Vizinhos, que se estreiam em Cantanhede a 30 de julho.
Ao longo de 11 dias – de 30 de julho a 9 de agosto – a Expofacic proporcionará uma oferta diversificada e de grande qualidade para públicos de todas as idades.De acordo com a presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, o evento assume-se como “uma das maiores realizações nacionais”, impulsionando o Município de Cantanhede “a tirar o melhor partido possível para afirmar o potencial turístico do território e promover os valiosos recursos e produtos existentes nesse âmbito”.
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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".
A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.
A Câmara Municipal de Coimbra vai analisar, na reunião do executivo desta segunda-feira, 23 de fevereiro, a proposta de subconcessão da Estação Nova ao Município por um período de 50 anos, com vista à sua reabilitação e reconversão funcional.
O investimento previsto ascende a 16 milhões de euros e deverá ser executado num prazo máximo de sete anos
A proposta prevê a celebração de um contrato entre o Município e a IP Património – Administração e Gestão Imobiliária, S.A., para a subconcessão de uso privativo de uma área de 5.286 metros quadrados, onde se insere o edifício de passageiros da Estação Nova, no Ramal da Lousã, atualmente desativada.
A Estação Nova, construída entre 1925 e 1931, é uma obra de referência da arquitetura ferroviária do início do século XX, da autoria dos arquitetos Cotinelli Telmo e Luís Cunha. O edifício está classificado como Monumento de Interesse Público desde 2013 e integra ainda a Zona Especial de Proteção da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia, inscrita na lista do Património Mundial da UNESCO
Numa nota de imprensa, o Ministério do Ambiente e da Energia (MAE) informa que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) desenvolveu uma operação que permitiu “repor provisoriamente a estanquicidade do dique, impedindo a passagem de água do leito central para os campos adjacentes”.
Esta intervenção no rio Mondego “vai permitir a drenagem dos terrenos ainda inundados e é uma etapa indispensável para a reparação definitiva do dique, do canal condutor geral, e da estrada”.
A APA está também a realizar intervenções nas margens do rio Lis, no concelho de Leiria, que sofreu uma rotura no dique da margem esquerda do rio, sob o viaduto da autoestrada 17, na freguesia de Amor, “situação que provocou o desvio de parte do caudal do rio para os campos agrícolas adjacentes”.
Esta ocorrência resultou da precipitação extrema registada nos dias 26 e 27 de janeiro, associada às depressões Joseph e Kristin que afetaram a região de Leiria
Dique do Mondego finalmente reparado (mas só de forma provisória)
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