O presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, José Veríssimo (PS), considerou hoje que a isenção de portagens anunciada pelo Governo “peca por tardio”, mas constitui “um incentivo” e “um reconhecimento” do sofrimento das populações afetadas pela depressão Kristin.
“É um incentivo, é um reconhecimento para aquilo que as pessoas estão a sofrer, acima de tudo”, afirmou o autarca daquele município do distrito de Coimbra, em declarações à agência Lusa, reagindo ao anúncio do Governo de que iria isentar de portagens durante uma semana as zonas mais afetadas pela intempérie.
Questionado sobre se esta medida é suficiente, José Veríssimo frisou que a importância da decisão não se mede apenas em termos financeiros, sublinhando a importância do sinal político dado pelo Governo às populações.
Montemor-o-Velho quer isenção de portagens durante mais tempo
Oriana a caminho: Nova depressão traz chuva e ventos fortes!
Ministro diz que irá demorar "semanas" reparação de troço da AI em Coimbra
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O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".
A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.
A depressão Oriana não irá afetar Portugal continental diretamente, mas causará, de quinta para sexta-feira, períodos de chuva, por vezes forte, e vento com rajadas até 80 quilómetros por hora, em quase todo o país, indicou o IPMA.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".
A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.
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