Vários equipamentos culturais e patrimoniais do concelho de Coimbra registaram danos na sequência da passagem da tempestade Kristin, segundo o levantamento provisório realizado pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, pelo Património Cultural — Instituto Público e pelo Município. Entre as ocorrências sinalizadas estão danos em museus, igrejas, equipamentos universitários e espaços históricos da cidade.
Museus e monumentos de Coimbra registam danos após tempestade Kristin
Oriana a caminho: Nova depressão traz chuva e ventos fortes!
Ministro diz que irá demorar "semanas" reparação de troço da AI em Coimbra
Ministro diz que irá demorar "semanas" reparação de troço da AI em Coimbra
Roubaram as peças que fixam as comportas que protegem Águeda das cheias
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu hoje que serão precisas várias semanas para reparar o troço da Autoestrada 1 (A1) que desabou após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
 
Durante uma visita ao local, Pinto Luz sublinhou aos jornalistas "a velocidade e a violência das águas", que descreveu como "uma situação absolutamente anormal".
A rutura na infraestrutura foi motivada pelo rebentamento do dique e subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional de mais de 2.100 metros cúbicos de água por segundo, explicou a BCR - Brisa Concessão Rodoviária.
O presidente da Câmara Municipal de Águeda, Jorge Almeida, denunciou  furto de 15 peças que fixam as comportas que integram o sistema de drenagem para evitar as inundações na cidade.
Numa publicação na rede social Facebook, o autarca explicou que o sistema de drenagem, que evitou as cheias e inundações naquela cidade, do distrito de Aveiro, é composto por comportas que impedem que a água do rio invada as ruas e que têm sistemas de fixação, indispensáveis para garantirem a estanqueidade dos acessos ao rio.
“Alguém que, sem dúvida não merece a nossa convivência, dedicou-se a roubar 15 desses sistemas”, apontou.
Apesar do furto, Jorge Almeida referiu que o sistema “funcionou e resistiu”.
O autarca salientou que o que é de todos devia ser “cuidado com zelo e vigilância”, mas “nem sempre é assim”.
“Todos queremos que a nossa terra seja sempre um lugar de paz e de concórdia”, frisou.
Depois da água, o trabalho continua.
Com a descida das águas, começa uma nova fase. Agora é tempo de limpar, recuperar, reconstruir e devolver a normalidade às nossas comunidades.
Ereira - localidade que ainda continua isolada, sem acessos para veículos ligeiros -, os serviços municipais, as forças de proteção civil, os bombeiros, a Cruz Vermelha Portuguesa, os escuteiros das Meãs e diversos voluntários uniram esforços e montaram uma ação de limpeza. Munidos de botas de borracha, alfaias, máquinas e, acima de tudo, uma grande vontade de ajudar, estão a remover os detritos acumulados, a desobstruir espaços e ruas e a acelerar o regresso à normalidade.
É um trabalho exigente, feito no terreno, com determinação e espírito de missão.
A recuperação do Vale do Mondego faz-se assim, em comunidade, com compromisso, com ação, com presença e com solidariedade.
Continuamos presentes. Continuamos a recuperar. Juntos.
Ereira: ações de limpeza marcam nova fase de recuperação
N O T I C I A S
RÁDIO BEIRA LITORAL
Beira Litoral          101.7 FM          Quem Liga          Não Desliga